Cada um olhava e via algo...era assim o interesse de quem lança tintas na tela. S/ perspectiva, desenhou, imaginou como seria o olhar de ambos para o alto. Porém, sem perspectiva e, sem qualquer leitura que lhe fosse lógica, sem perder a forma circular que tinha desejado descrever, ria-se agora da intenção não alcançada. O mundo, o alto, tinha-se tornado aos olhos de uns quantos que o apreciaram, uma simples peça que cheia de líquidos bem apaladados e fumegantes fazem as maravilhas num dia de Inverno, sentado por detrás das vidraças a olhar a chuva que cai, lá do alto.

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