terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Até entendo...

Até entendo que o medo seja grande, que a confiança não paire
Até entendo que a segurança esteja mais certa em regaço há muito conhecido
Até entendo que o risco possa riscar o coração

Mas, quando a mão é estendida, o mar está calmo,
Não há proximidade geográfica
Não há imposição
Não há limites, nem futuro determinado…

Vai, sem olhar para trás
Faz-te ao largo
Mergulha no sabor salgado, doce
Talvez, quem sabe descubras outro regaço
Que te albergue sem amarras

Podes sempre voltar
Não é um circuito fechado
Deixa-te ir em espiral
Vive e deixa viver

Ama sem pedir nada em troca
E, recebe muito mais
Do que esperas…
Pois não esperas.

Até entendo que o medo seja grande, que a confiança não paire
Até entendo que a segurança esteja mais certa em regaço há muito conhecido
Até entendo que o risco possa riscar o coração…


Sem comentários:

Enviar um comentário